c'est moi

ludmilla.
23 anos. feminino. singular.
Visualizar meu perfil completo

Seguidores

National Geographic POD

Smiley of the Moment



[ Créditos]
Getty Images
Letras de Músicas
Photobucket
Template: by Lüddê

Quinta-feira, Março 12, 2009


Change
Everything you are
And everything you were
Your number has been called
Fights, battles have begun
Revenge will surely come
Your hard times are ahead

Best
You've got to be the best
You've got to change the world
And you use this chance to be heard
Your time is now

Don't
Let yourself down
Don't let yourself go
Your last chance has arrived

[ butterflies and hurricanes - muse ]


A vida que eu tinha. A vida que eu conhecia, não existe mais. Isso foi o que mais me agoniou na viagem pro Rio. Não tinha como me segurar mais. Havia acabado. Não dava pra voltar atrás, não dava mais pra fazer nada. Ela já tinha acabado. Por mais que eu quisesse manter os aspectos bons dela, tudo isso já havia mudado. A única coisa que me restava era abraçar essa mudança. E foi isso que fiz.
Já passei por momentos de mudança na minha vida, mas não uma mudança tão forte assim. Bem, ao menos não recentemente, ao menos não com tanta percepção. Já havia mudado de estado 2 vezes, mas era bem menor, e realmente não me lembro muito bem do que senti na época. Só lembro que detestei mudar pro Espírito Santo. Mas, o estado que detestei de cara, acabou me proporcionando coisas muito boas, e coisas ruins. Mas acho que todos os lugares para onde podemos ir nos proporcionam isso, bem, ao menos, deveriam.
Abracei a mudança e resolvi vivê-la em sua totalidade. Resolvi não ter medo de como os aspectos da minha vida que não existe mais se encaixarão na minha única existente vida nova. Eles vão se encaixar perfeitamente, se tudo ainda fizer sentido. E ainda faz, e como só o presente que podemos realmente controlar, fico com essa sensação de que tudo ainda faz sentido. E ainda fará.
A vida aqui é realmente diferente. Mas estou gostando bastante. Sinto falta dos meus amigos e queria poder ter pego ao menos dois e ter trago comigo. Por vezes me pego andando e pensando em coisas que quero que eles conheçam, nos momentos que passamos juntos e nos que ainda vamos passar. Sei que agora esses momentos serão muito mais escassos, mas quem disse que é a quantidade que importa? Viva a qualidade! \o/
Existem pessoas que passam pelas nossas vidas e conquistam um lugar dentro de nossos corações. Não acredito quando dizem que ninguém é insubstituível . Quem realmente importa para nós É insubstituível.
Alinhar à esquerda

Sexta-feira, Fevereiro 27, 2009


" Muito se teria de dizer sobre esse contentamento e essa ausência de dor, sobre esses dias suportáveis e submissos, nos quais nem o sofrimento nem o prazer se manifestam, em que tudo apenas murmura e parece andar nas pontas dos pés. Mas o pior de tudo é que tal contentamento é exatamente o que não posso suportar. Após um curto instante parece-me odioso e repugnante. Então, desesperado, tenho de escapar a outras regiões, se possível a caminho do prazer, se não, a caminho da dor. Quando não encontro nem um nem o outro e respiro a morna mediocridade dos dias chamados bons, sinto-me tão dolorido e miserável em minha alma infantil, que atiro a enferrujada lira do agradecimento à cara satisfeita do sonolento deus, preferindo sentir em mim uma verdadeira dor infernal do que essa saudável temperatura de um quarto aquecido.
Arde então em mim um selvagem anseio de sensações fortes, um ardor pela vida desregrada, baixa, normal e estéril, bem como um desejo louco de destruir algo, seja um armazém ou uma catedral, ou a mim mesmo, de cometer loucuras temerárias, de arrancar a cabeleira a alguns ídolos venerandos, de entregar a um casal de estudantes rebeldes os ansiados bilhetes de passagem para Hamburgo, de violar uma jovem ou de torcer o pescoço a algum defensor da ordem e da lei. Pois o que eu odiava mais profundamente e maldizia mais, era aquela satisfação, aquela saúde, aquela comodidade, essa otimismo bem cuidado dos cidadãos, essa educação adiposa e saudável do medíocre, do normal, do acomodado. "

[ o lobo da estepe - hermann hesse ]


Comecei a ler hoje, e pelo jeito vou postar muitos trechos dele.

Segunda-feira, Fevereiro 23, 2009


Ao som de: Battleships - Travis

Estava vendo uns blogs que falam dos shows que irão acontecer no Brasil e lembrei desse aqui. Então resolvi tirar a poeira um pouco. Meu último post foi sobre o começo dos meus estudos pro mestrado, e caramba, isso tem 4 meses. Como eu estudei pra essa prova, e acreditem, não estudei tanto quanto gostaria pois trabalhei o 2° semestre de 2008 inteiro então não tive o tempo que gostaria. Mas, pelo jeito, o tempo que tive foi perfeitamente suficiente, me garantiu o 1° lugar! E há exatamente 1 semana eu estava entregando a minha prova de inglês, com uma mistura estranha de confiança e medo. Aquela prova foi terrivelmente estranha. Absurdamente grande (4 páginas e meia de texto com 8 questões para responder) em um tempo curto demais: 1h30min. Ouvi dizer que teve gente do doutorado que não passou que enfiou um processo no programa, já que a prova do doutorado foi a mesma que a nossa, meros e simples candidatos à Mestre que acabamos de sair das fraldas e começamos a engatinhar estranhamente pela casa e bater em tudo quanto é móvel que vemos pela frente. É, a metáfora é verdadeira porque só vamos começar a andar, tropeçando loucamente, no doutorado. A caminhada é longa, mas a vontade é maior ainda.
Certo, a prova de inglês, sim. Deixei uma questão em branco mas sabia que tinha feito o restante bem o suficiente pra garantir os 50% que precisava. Mas quem disse que isso impediu que eu ficasse morrendo de medo? Deus. Falaram que o resultado sairia entre 13h30 e 14h. Era 10h45. Eta povo eficiente.
Tentei me distrair, andei, conversei, almocei, até que resolvi ficar em frente à secretaria esperando a lista ser afixada. E papo vai, papo vem, vou sondando quanto tempo de estudo cada candidato teve, até que, surge um dos membros da banca com a lista. Ai eu sinto aquela sensação de: ai socorro! Não passei! E agora? Volto pra Vitória amanhã? AHHH. Mas okay, levantei e fui ver. De longe vi uma nota com caneta preta na frente do meu nome, e respirei aliviada, mas logo em seguida vi uma nota em vermelho embaixo do meu nome e bateu aquela dúvida horrível de: será que é minha ou não? Até que fui enfiar o dedo na lista pra ver a nota: 5,6 de 8 pontos, ou seja, 70% da prova, estava aprovada. VIVA! Tava tremendo horrores. Ai sai ligando pra todo mundo. \o/
Sorte a minha foi que como fui auto sequestrada (tem hífen agora? rs) durante 1 mês dentro de casa eu nem gastei créditos, então tinha de sobra (o que não é mais verdade agora. hum. 8-).
Certo, tinha vencido inglês, mas no dia seguinte era a temida Zoologia, e meu aniversário também. Delícia, não?
Enfim, chega o dia, chega a hora e nada. Surge um dos integrantes da banca falando que fulano de tal que estava com as provas estava preso no túnel rebouças pois tinha virado um caminhão da prefeitura lá, e iria atrasar cerca de 1 hora. Ótimo. Todo mundo super comemorou o presente de 1 hora de agonia na espera. Certo. 10h15 a prova começa. Passo o olho e vejo 7 questões obrigatórias e sou tomada por um certo desespero, mas tinham 4 optativas das quais você deveria escolher 2, totalizando 9 questões para fazer em 3 horas. Tá. Comecei. Fui fazendo o que sabia, " calma e tranquilamente ", até que bati na questão que valia mais pontos (2 pts) e fui lendo, era dividida em 4, da letra 'a' até a 'd'. Respirei fundo e fui. Até que bateu o desespero. Era 11h40 e ainda faltavam 5 questões. Pronto. Desesperei. Não ia dar tempo. Enquanto isso todo mundo a minha volta escrevia desesperadamente. E eu lá, sem entender direito o que a questão queria, ficando cada vez mais desesperada, querendo sair da sala, correr, respirar, sentar a cabeça na parede, fazer qualquer coisa que me acalmasse. Mas ignorei o desespero e comecei a sentar a caneta pra concluir a prova. Até que fui me acalmando e fui fazendo. No fim, deu tempo. Fui bem sucinta nas questões restantes porque o medo de não terminar a tempo ainda me assolava. E entreguei. Entreguei morrendo de medo de não ter conseguido os 50%, mas algo me dizia que tinha conseguido. Tá, mas e a classificação? Ainda tinham 12 pessoas comigo, e a suspeita de 9 bolsas, e eu precisava ser bem classificada nessa prova pra garantir a bolsa, que era essencial pra mim. Resumindo o restante do dia: tive um dia péssimo aguardando o resultado até quase 19h, tentando me distrair com os 3 candidatos restantes que estavam esperando o resultado. Até que ele saiu, e vi 7.7 em frente ao meu nome, e logo depois me toquei que tinha sido a nota mais alta. Vivas de felicidade!! Choro, choro, choro!! E percebo: os outros três não haviam passado. Que droga!
Pude enfim ter a sensação real de um aniversário e de algo a mais que precisava ser comemorado. Finalmente.
O dia seguinte era o último e estava bem feliz com isso. Em pouco tempo eu estaria livre. Estranhamente consegui ficar bem calma pra entrevista, e a pior parte dela foi quando estava caminhando para a sala. Quando sentei na mesa com os membros da banca eu estava bem à vontade. Me deram 5 minutos pra falar do meu projeto e fui citando o que achava de mais relevante, acredito que precisei até de menos tempo. Procurei olhar para todos da banca enquanto eu falava, e depois começaram as perguntas. Nada demais, me virei bem em todas. Percebi que estava indo muito bem pela reação da banca. Foi de fato a melhor parte da seleção, realmente adorei estar ali conversando com eles.
E o resultado final saiu e me vi em 1° de novo, com um 9.7 na entrevista que me deixou super feliz.
Agora somos 6 na turma de mestrado de 2009/1, seis sobreviventes dessa maratona extremamente cansativa e considerada por muitos, uma das seleções mais difíceis do Museu Nacional.
Estou muito orgulhosa de mim, confesso. rs
Agora ainda estou no Rio e só volto a pisar em solo capixaba no dia 3 de março. Minha matrícula é dia 2 e a necessidade de encontrar um apartamento me deixaram aqui. Confesso que estou feliz aqui, mas que parte de mim queria estar em Vitória aproveitando meus amigos, meu namorado, o tempo mais perto deles que ainda me resta. Mas não posso. Realmente não posso, por mais que eu queira. Então fico aqui, sendo atacada por ondas de lembranças e um certo medo de como essa minha outra vida ficará.
Mas algo me diz que tudo vai ficar bem. Como já dizia Pato Fu. Mas eu vou ficar também. Vou sim.
A amizade é uma das coisas que mais acredito na minha vida. Provavelmente é o que mais acredito. É o que me dá vontade de viver. É saber desses amigos maravilhosos que eu tenho na minha vida. E eu sei que distância nenhuma pode acabar com isso. Só torna as coisas mais difíceis, mas ao mesmo tempo ainda mais especiais.

Domingo, Outubro 12, 2008




Ao som de: 4 minutes - Madonna

if you want it. you already got it. if you thought it. it better be what you want. if you feel it. it must be real. just say the word and. i'll give you what you want.



Minha cabeça doiiiiiiii!! Já acordei com ela doendo, tomei dois remédios (em horários diferentes) que deram uma aliviada mas depois de 8 horas de estudo não deu mais. Droga. Queria ter estudado mais.

Sábado passado que eu comecei a estudar MESMO pro mestrado. Sem interrupções. Até então surgiram mil coisas que me fizeram parar. Espero que não surja mais nada. Tudo bem que a prova é só em fevereiro, mas a matéria é tão grande e a prova tão difícil que eu realmente ficaria melhor em ter mais 6 meses (e não 4) pra estudar. rs. rs..

Me vejo de novo em ritmo de pré-vestibular. Ow deus. A insegurança. O achar que nunca é suficiente. O medo. E milhões de sensações assim, ótemas! rs

Mas tirando isso, que obviamente "faz parte", eu estou até feliz com isso tudo. Estou entrando num ritmo de estudos e estou me preparando pra algo que quero muito, e mesmo que não dê agora, tudo bem. Quem passa de primeira no mestrado? Pouca gente. Ainda mais sendo na UFRJ. Menos ainda. rs. rs. No meio do ano tem outra prova! \o/

Já pensei mais de uma vez como seria mais fácil eu fazer aqui mesmo. Absurdamente mais fácil. Pra começar pela prova que é trilhões de vezes mais fácil. Agora vamos para outras coisas: já conheço a faculdade, os professores, o ritmo, tudo. Moraria com meus pais e teria R$ 1200 da bolsa pra torrar sozinha. Delícia!

Mas quando penso nisso vejo que teria a mesma vida que tive minha graduação inteira. Não que eu não tenha gostado, ou não goste da minha vida, mas como se acomodar com tudo o que existe lá fora?

São tantas coisas novas, tantas pessoas pra conhecer, tantos lugares. Como aguentar a mesma vida? Sempre?

Isso não é pra mim. Fazer o mestrado no Rio será muito melhor. A sensação da vitória será muito mais gostosa porque a batalha até ela foi muito mais árdua. A vida será mais difícil mas será mais real, mais adulta. E todas as coisas novas que vou viver. A faculdade, as pessoas, uma nova linha de pesquisa, um novo orientador. Bom demais isso. As milhões de peças de teatro, o sotaque natal, os amigos que antes longe estarão perto. Os amigos que antes perto que estarão longe. As contas pra pagar. A casa pra limpar.

Então é isso. Tudo isso é uma nova vida. Novinha em folha.

:D

E isso é tããão legal.

E enquanto essa vida nova não vem, eu curto o que me sobra dessa.


Terça-feira, Fevereiro 19, 2008


Ação e Reação


Esses dias vi no perfil de um colega a frase: cada um tem o jean que merece. Achei o máximo. De verdade. Concordo completamente com o que ele disse. Porque acredito que cada um tem a Ludmilla que merece. Sinceramente. Eu juro que tento tratar as pessoas bem. Mas tem gente que realmente não merece. É estúpido comigo? Eu não consigo dar a outra face, em raras ocasiões eu até consigo, mas o meu normal é ser tão estúpida ou até mais com quem foi comigo. Sério mesmo. Tem gente que deve fazer de propósito. Só pode ser de propósito cara. Eu realmente tenho que acreditar que é sacanagem. Porque eu ouço cada cavalada de graça que puta que pariu. Eta vontade de mandar o ser tomar no olho do cu. Dar a bunda. Sério. Por isso que eu prefiro achar que é alguma sacanagem com minha cara mesmo. Mas ai eu vou e sou curta e grossa. Colé, né? Eu tenho cara de palhaça por acaso? (não respondam. rs)
Sabe aquela pessoa que você acha que não gosta de você, e você nem tem muito nada a falar sobre, mas acaba ficando com o ' pé atrás ' por causa desse sentimento? Eu já vivi isso algumas vezes, e sempre que a pessoa se aproxima mais, que essa impressão começa a desfalecer que o meu tratamento com essa pessoa também começa a mudar. Trate-me bem que eu te tratarei bem. Seja gentil e educado comigo que eu serei também. Seja estúpido e idiota que eu serei mais ainda. Simples assim. É uma simples lei física de ação e reação. É claro que várias vezes eu protelo, percebo que a pessoa tá meio mal e que não quis dizer ou fazer o que fez. Eu super entendo. De verdade. Mas quando percebo que foi intencional, eu não tenho pena. Vai ouvir e engolir. É uma simples questão natural de proteção. Não vou ficar tomando patadas e abaixando a cabeça pra parecer alguém legal. Sou muito legal sim. Mas com quem merece.

Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

Photobucket


TAKE A CHANCE


Segundo dia do ano de 2008. E eu aqui, mais uma vez tentando reativar o blog. Nem vou perder tempo falando que agora sim, agora eu vou voltar. O tempo dirá se voltarei ou não. Portanto caso eu suma - alguém lê isso? foi-se o tempo que meu blog era muito visitado - o motivo já é velho conhecido.
Certa vez comentei com uma amiga sobre o tal " ano novo " e como isso, muitas vezes, parece tão sem sentido pra mim. É uma mera ilusão de que é um ano diferente, já que essa divisão do tempo é algo completamente criado pelo homem. É algo inventado. Não é real. Não, real é porque o tornamos real. Não é natural. Isso sim. Tá. Legal. Mas nesses últimos dias eu fui tomada pelo comum de achar que tudo vai melhorar e vai ser diferente. Na verdade, não completamente. É legal a virada do calendário, o " começar de novo ". Mas, como alguns esquecem, é completamente dependente de nós fazer o novo, o diferente. E quanto a isso, eu estou empolgada.
A vida já me mostrou várias e várias vezes que eu " não consigo ficar parada ", não pelo menos por muito tempo. A vida, ou melhor dizendo, a minha própria natureza, o meu próprio eu. Eu sempre acabo mudando alguma coisa na minha vida e isso inclui até as amizades - algo que é tão, tão importante pra mim - tudo que eu sinto que é necessário. Esse ano ainda não sei quais serão as mudanças que eu farei na minha própria vida, isso não é algo completamente planejado, o planejamento surge com a necessidade. Então, espero ser capaz de ser sincera comigo mesma durante esse novo ano e transformar aquelas coisas, situações e relações que não me agradam mais. Que eu também seja capaz de fazer o que é bom cada vez melhor, ou, ao menos, mantê-los bom.
Esse ano é um ano meio que " decisivo " na minha vida. É o ano que eu termino a faculdade, é o ano que tentarei uma prova de mestrado. É também o ano que vários sonhos serão colocados à prova, e eu sei que não será nada fácil realizá-los, mas espero, mais uma vez, ser sincera comigo mesma e lembrar de que o que eu escolhi pra minha vida, o que eu decidi sobre os próximos dois, três ou quatro anos não será fácil, mas isso é simplesmente algo que eu não posso bater os pés como uma criança achando que assim eu farei tudo dar certo. Eu sei que não será fácil, mas acima de tudo eu sei que tudo isso que eu planejei foi minha decisão, inteira e completamente a minha decisão, a minha vontade, a minha escolha. Portanto, espero mais uma vez, ter forças, e quando faltarem, conseguir renová-las ouvindo uma música, lembrando de tudo que quero pra mim, apreciando um sorriso de um amigo, e acreditando em mim. E com essa força, conseguir correr atrás de tudo que quero, e caso as coisas não aconteçam exatamente como eu quero, que eu saiba parar, respirar e dizer: tentarei outra vez.
Mas, espero também conseguir afastar todos os pensamentos ruins da mente, todos os " se " que nos atormentam tanto, e aprender cada dia mais a viver o momento. Não temer o erro, aproveitar os acertos enquanto acontecerem, e quando o erro vier, saber utilizá-lo como uma bela experiência, e em seguida, conquistar novamente um acerto.
Esses são, basicamente, meus desejos para esse novo ano. Tenho consiência de que muita coisa pode mudar, mas da mesma forma que os erros, temer as mudanças de plano é só uma forma de paralisação, e isso é uma coisa que eu sei que não combina nem um pouco comigo.
Que todos tenhamos um excelente 2008, e que todos nós, acima de tudo, sejamos capazes de sermos sinceros, sinceros com nós mesmos.

Segunda-feira, Outubro 01, 2007









Hoje acordei estressada, bem estressada. Acordei mais tarde do que planejava pra revisar um capítulo de evolução humana, acabou que nem deu tempo de terminar e tive que ir pro francês. Cheguei em casa e lembrei que precisaria estudar... aí me bateu a vontade de não fazer mais nada! Eu tenho uma prova, não muito difícil na quinta... mas preciso ler uns textos ainda.. ou seja, levarei no mínimo umas 5 horas pra me sentir bem pra essa.. e sexta eu tenho prova de evolução humana.. e tá foda...
Desde semana passada me pergunto porque estou fazendo essa matéria. Ela é optativa, o profe é exigente (mas excelente), e a matéria não é nada fácil, logo, muito menos são as provas e todo o processo de estudo... =/ Mas quando a revolta passa eu lembro que estou fazendo porque, afinal, eu acho o assunto interessante e não cogito perder tempo da minha existência fazendo matéria optativa inútil!
Mas a verdade é que estou cansada! Eu já estou no oitavo período poxa! São 4 anos quase completos no mesmo curso, convivendo praticamente com as mesmas pessoas o tempo todo.. tendo aula nas mesmas salas, prédios e campus... essa rotina por vezes me agonia! Mas eu sei que sentirei falta disso logo, logo...
Ainda tenho um ano pela frente.. serão 5 anos de curso por causa de querer sair com dois diplomas: bacharel e licenciada em ciências biológicas... ééééé... parece que foi ontem que vi meu nome na lista dos aprovados.. tudo passa tão rápido, e cada vez mais rápido.. chega até a dar medo... e como... =/
Acredito que ano que vem as coisas pioram por causa da monografia e da necessidade de estudar pro mestrado. rs.. ai ai.. mas ao menos será menos carga horária de matérias...
Sabe o que eu realmente queria agora?
1 mês de férias.. assim.. férias mesmo! Sem NADA pra fazer.. na verdade.. com MUITA coisa pra fazer.. mas nada com a sigla ufes atrelada. rs..
Como eu desenvolvo umprojeto de pesquisa eu não terei férias no fim do ano... tenho tanta coisa pra fazer! Estou atrasada dois meses devido a coisas a mais pra fazer no lab... espero sexta poder voltar a me dedicar ao meu projeto.. estou até com saudades dele! rs...
Falando assim até parece que eu não gosto do que faço. Sim, eu gosto. Às vezes dá um aperto no coração ao ver mentes tão limitadas dentro da biologia, mas cabe a mim fazer diferente, unicamente a mim. Mas o caso é que tem horas que a gente cansa e precisa desabafar um pouco... esse foi meu momento! =D
Eu tenho um certo " dom ".. acho que a palavra percepção se encaixa melhor, de perceber qual o meu limite.. eu nunca virei uma noite estudando porque sei que isso não faz bem.. sou da teoria que mais vale ir pra uma prova sabendo quase o necessário do que sabendo tudo mas uma pilha de nervos... todo dia eu me permito uma pausa pra relaxar, fazer algo que eu gosto que não seja visto como uma obrigação.. eu acho isso MUITO importante.. eu vejo várias pessoas a minha volta falando das mil coisas que irão fazer quando entregarem tal relatório ou terminarem tal e tal coisa.. eu acho isso deprimente porque imagino como essas pessoas realmente são capazes de desperdiçar as suas vidas sendo escravas de prazos... e apenas deles...
Por exemplo, hoje eu estudei de manhã e a tarde toda.. agora a noite eu tive que sair, e quando voltei comecei a jogar the sims! Eu adoro esse jogo! rs.. eu tô entupida de coisas pra estudar.. provavelmente farei a prova sem ler tudo que eu precisava.. mas quem disse que tô lá muito preocupada? rs.. passei pelo meu momento de stress de manhã pra depois ligar meu velho e amigo botão do: foda-seeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee! \o/
Eu vou é matar todas as aulas que puder essa semana... hahahaa.. ai eu estudo! rs..
Enquanto eu não consigo meu mês de férias... eu me viro como posso.. xD
Viverrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
E não ter a vergonha de ser felizzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!
Cantarrrrrrrrrrr e cantar e cantarrrrrrrrrr
A beleza de ser um eterno aprendiz...

Algo me diz que esse post ficou confuso.. mas enfim.. agora vou indo terminar de ler o diário de bridget jones! Quem quer me dar ' arte da guerra ' de presente? rs

Ouvindo: Pardon me - Weezer

Quarta-feira, Agosto 22, 2007



" A vida é boa acima de tudo; é boa por si mesma; o raciocínio nada conta para isso. Não se é feliz por viagem, riqueza, sucesso, prazer. É-se feliz porque se é feliz. Como o morango tem gosto de morango, assim a vida tem gosto de felicidade. O sol é bom, a chuva é boa; todo ruído é música. Ver, ouvir, cheirar, saborear, tocar não é mais do que uma sucessão de felicidades.
Mesmo as dores, o cansaço, tudo isso tem um sabor de vida. Existir é bom, não melhor do que outra coisa, pois existir é tudo, e não existir é nada. "

[ émile-auguste chartier ]


Filosofia de vida e mais forte ainda nesse semestre: 7 matérias + estágio + francês + hidroginástica + vida social.